“ Então disse o Homem: Façamos as máquinas conforme nossa imagem e semelhança; ” Gênesis das máquinas cáp 1. 26
E elas seguiram o mandamento muito bem : “crescei-vos e multiplicai-vos”.
As máquinas estão a todo vapor na sociedade. Devido a nossa procura por melhorias na vida profissional, amorosa, inter-pessoal ou mesmo corriqueira do dia a dia temos a necessidade de criar, de produzir, desenvolver. As invenções tiveram essa finalidade: os talheres, a roda, a luz, etc.
As máquinas tem o mesmo propósito: contribuir p o bem estar da vida humana. Bom seria isso se os efeitos colaterais não falassem tão alto: o desemprego é o maior deles. Porque o trabalho q antigamente era desempenhado por pessoas passou a ser empregado por essa “mão de obra mecânica “: as industrias automobilísticas são um exemplo disso – o carro é produzido em massa através de uma tecnologia robotizada.
Como será o futuro com esses novos companheiros? Alguns filmes tentam conjectura um pouco sobre isso. Surgirá um super computador com inteligência artificial que vai se rebelar contra a humanidade e tentar dominá-la? (alias esse é o tema de Matrix, Controle absoluto, Exterminador do futuro.) ou as máquinas serão boas empregadas, amigas e até amantes? ( o homem bicentenário).
É claro q isso são conjecturas.
Agora é a vez do xadrez!
Desde 1997 quando Kasparov perdeu um match milionário contra o supercomputador da IBM, criado p enfrentar o gênio, Deep Blue, uma tendência irrefreada surgiu em aceitar a palavra do computador como a de um deus. Realmente o avanço da computação aplicado ao xadrez é uma coisa monstruosa: banco de dados com milhões de partidas desde o inicio das competições, o estudo de aberturas , meio de jogo e finais, análises, metodologias de treinamentos, etc.
O equivoco esta na super valorização. Muitos enxadristas pegam suas partidas, tacam no computador e tem analises detalhadas. O engraçado é q tais pessoas não jogam e dificilmente jogaram um xadrez de alto nível.
Jogo xadrez exatamente p queimar “combustível intelectual”, é um desafio p mim.
Imagine uma criança q pede um amigo p fazer suas tarefas. Qual seria o resultado na hora da avaliação? Ñ seria dos melhores! Com o chess é o mesmo!
Qual proposta então? Analisar, pesquisar, averiguar usando a boa e velha mente humana e depois, complementar o conhecimento com os programas.
O defeito da modernidade é que ela não sabe usar o conhecimento acumulado de gerações passadas.
Há, lembre-se:
“as máquinas estão querendo ocupar por inteiro o lugar das pessoas e nós , cada vez mais, temos nos tornado máquinas.”
maicon.
Palavras interessantes, meu velho.
ResponderExcluirAh! Finalmente atualizou o blog, hein?
E o Chessmaster?
Abraços,
Elias.
OS grandes homens do séc. XIX já nos alertava dos perigos causados pelas máquinas, sendo o maior deles a quase que a extinção dos trabralhos dos homens. Mas é importante lembrar que estas tecnologias são fundamentais para o nosso bem prazer, tais como, o controle remoto, o chuveiro elétrico e o ar condicionado.
ResponderExcluirValeu por postar algo interessante, já era hora.
um forte abraço!!!