quarta-feira, 5 de maio de 2010
coisas de quem nao tem o que fazer
Hoje só quero esta loucura do nao ser, mas ao mesmo tempo sendo porque nada pode ser apagado para que algo novo dite regras.
Hoje quero só ouvir meu Platão interior.
maicon
sábado, 17 de outubro de 2009
Sumiu geral
mas são questões de fé, né!? as pessoas têm medo de pensar nas coisas, principalmente os religiosos: " Deus pode me mandar pro inferno". eita gente limitada.
mas, ai vai o texto p reflexão. valeu."
Crença no Arrebatamento é colagem de textos bíblicos, dizem especialistas
Tentativa de harmonizar profecias apocalípticas data do século 19.
Autores da Bíblia escreveram pensando em seu contexto imediato.
"Em caso de Arrebatamento, este veículo ficará desgovernado." Adesivos com esses dizeres podem ser vistos nos carros de evangélicos do mundo inteiro, inclusive no Brasil. A ideia é que, no fim dos tempos, os cristãos realmente fervorosos serão arrebatados (daí o nome) de corpo e alma para o céu, enquanto uma série de catástrofes naturais e políticas afetarão a Terra durante sete anos. Ao fim desse período, Jesus voltará como conquistador ao nosso planeta, derrotando o Anticristo numa grande batalha em Israel. Esse cenário épico é inspirado em várias passagens da Bíblia -- mas é preciso forçar consideravelmente a interpretação do texto sagrado para chegar a ele, de acordo com especialistas.
Em essência, a crença no Arrebatamento é uma colagem de trechos do Novo e do Antigo Testamento, cada um deles com perspectivas diferentes sobre o futuro da humanidade e o retorno glorioso de Jesus Cristo à Terra. "É uma tentativa de criar um mapa dos eventos futuros com base, por exemplo, no Apocalipse, no capítulo 13 do Evangelho de Marcos e na Primeira Carta de Paulo aos Tessalonicenses", diz Paulo Augusto Nogueira, professor da pós-graduação em ciências da religião da Universidade Metodista de São Paulo.
De acordo com o americano Thomas Sheehan, estudioso do cristianismo primitivo e professor da Universidade Stanford, a ideia do Arrebatamento é relativamente recente. "Ela foi criada pela primeira vez no começo do século XIX, graças ao trabalho do pregador evangélico John Nelson Darby, e foi se tornando cada vez mais codificada ao longo do século XX, até chegarmos aos cenários detalhados que cristãos conservadores de hoje defendem", diz Sheehan. As chamadas igrejas cristãs históricas, como a Igreja Católica, a Igreja Anglicana e as várias igrejas luteranas, não adotam as mesmas crenças.
Anticristo contra o Rei Jesus
Sheehan resume da seguinte forma o cenário mais popular para os acontecimentos ligados ao Arrebatamento entre os evangélicos americanos. O primeiro evento envolve o surgimento do Anticristo, provavelmente um diplomata de grande prestígio internacional e membro da tribo israelita de Benjamim (um judeu, portanto). O Anticristo faz um acordo de paz com o estado de Israel, permitindo que o Templo judaico, destruído há quase 2.000 anos, seja reconstruído em Jerusalém. Ao mesmo tempo, um dos subordinados do Anticristo, um financista conhecido como o Falso Profeta, cria um sistema -- talvez um cartão magnético -- que unifica o planeta economicamente.
É nesse ponto que ocorreria o Arrebatamento. "Os verdadeiros cristãos - o que exclui católicos, episcopais e outros grupos mais moderados -- são arrebatados para o céu deixando até suas roupas", diz Sheehan. "Quem fica para trás, segundo essa visão, são os chamados cristãos mundanos, ou cristãos formais -- justamente os que não acreditam que o Arrebatamento iria ocorrer. Isso é muito típico da mentalidade sectária: só nós somos os detentores da verdadeira revelação", explica Nogueira.
Logo após os cristãos serem arrebatados, começam cerca de sete anos da chamada Tribulação, em que o mundo todo sofre com guerras, catástrofes naturais e genocídios. Traindo os judeus, o Anticristo coloca uma imagem de si próprio -- a chamada Abominação da Desolação -- no Templo de Jerusalém, profanando o local sagrado. No fim da Tribulação, Jesus volta à Terra montado num cavalo branco, à frente do exército divino, e derrota as forças do Anticristo numa grande batalha perto da localidade israelense de Megiddo -- é daí que vem a expressão "Armageddon", ou seja, "montanha de Megiddo".
"Após essa batalha, Jesus dará aos judeus uma última chance de aceitá-lo como seu Messias. Os que recusarem serão massacrados; os que seguirem Jesus farão parte de seu reino na Terra, uma Era de Ouro de grande prosperidade, saúde e paz, que durará mil anos", diz Sheehan. No fim desse período, o Demônio tentará atacar o reino de Jesus, mas será definitivamente derrotado, e "um novo céu e uma nova Terra" serão criados. Os mortos ressuscitarão e serão julgados de uma vez por todas.
Quebra-cabeças artificial?
Essa linha do tempo detalhadíssima tem dois pressupostos ocultos. O primeiro é que todos os textos bíblicos sobre o fim do mundo funcionam como peças, que têm de ser juntadas pelos cristãos para montar o retrato completo do Apocalipse. O segundo é que os autores bíblicos escreveram suas profecias de olho no futuro distante, prevendo eventos como o ressurgimento de Israel em 1948 ou a invenção dos cartões de crédito.
Ambos os pressupostos provavelmente estão errados. "É importante a gente reconhecer que há vários tipos diferentes de expectativa apocalíptica entre os autores do Novo Testamento", diz Nogueira, que é autor do livro "O que é Apocalipse" (Editora Brasiliense). "O único a realmente falar numa espécie de arrebatamento é Paulo, na Primeira Carta aos Tessalonicenses", afirma. Nas cartas realmente escritas pelo apóstolo Paulo (várias das que estão no Novo Testamento parecem não ser de autoria dele), o líder cristão não fala da Tribulação ou da batalha em Megiddo, mas parece ver o retorno de Cristo de forma simultânea com a ressurreição dos mortos e o arrebatamento dos fiéis ainda vivos.
"Já no Apocalipse, parece claro que os fiéis cristãos não são levados para o céu, mas passam por toda a Tribulação aqui mesmo na Terra", explica o especialista brasileiro. "E existem algumas tradições no Novo Testamento, como o Evangelho de João, que parecem não se preocupar com esses cenários apocalípticos. João fala diretamente em vida eterna para o fiel, sem uma perspectiva clara do retorno de Jesus."
Outro ponto importante é que as profecias cristãs, em especial as do livro do Apocalipse, têm relação direta com a realidade de perseguição que os fiéis do século I estavam enfrentando. É quase certo, por exemplo, que o misterioso número 666, associado ao Anticristo, seja apenas uma representação do imperador romano Nero, supostamente responsável por executar Pedro e Paulo entre os anos 64 e 67 de nossa era. Nos alfabetos hebraico, aramaico e grego, cada letra tinha um valor numérico, e a soma das letras do nome "Nero César" poderia chegar a esse valor, dependendo de como a conta é feita.
Também são feitas referências às sete colinas da cidade de Roma, entre outros elementos do império inimigo dos primeiros cristãos. Para Nogueira, todo o cenário de guerra que circunda o livro do Apocalipse indica que ele provavelmente foi escrito por cristãos de origem judaica, cuja comunidade ficou traumatizada com a destruição de Jerusalém pelos romanos no ano 70. "Quem não vê esse contexto imediato da narrativa desconsidera o primeiro leitor desses livros", resume ele.
Visão literal
Isso não quer dizer, porém, que os primeiros cristãos entendessem suas próprias esperanças apocalípticas de forma alegórica ou simbólica. "Em parte, a linguagem do Apocalipse é a do êxtase profético, mas eu não duvido muito que eles fizessem uma leitura literal dele. Até porque o livro coloca tudo em termos radicais -- ele não admite uma postura neutra", diz Nogueira.
Como, então, os cristãos modernos deveriam encarar as profecias apocalípticas sem cometer erros de interpretação nem anacronismos? "Essa é a grande questão", reconhece Nogueira. "Acho que podemos vê-las como a resposta de irmãos de fé diante da perseguição. E também como uma mensagem de esperança, que pode ter uma força muito grande." Seja como for, não custa nada levar em consideração a advertência do próprio Jesus, no Evangelho de Marcos, a respeito de quem deseja prever com exatidão o fim do mundo: "Mas daquele dia e hora ninguém sabe, nem os anjos que estão no céu, nem o Filho, senão o Pai".
G1
sexta-feira, 21 de agosto de 2009
homem x máquina
“ Então disse o Homem: Façamos as máquinas conforme nossa imagem e semelhança; ” Gênesis das máquinas cáp 1. 26
E elas seguiram o mandamento muito bem : “crescei-vos e multiplicai-vos”.
As máquinas estão a todo vapor na sociedade. Devido a nossa procura por melhorias na vida profissional, amorosa, inter-pessoal ou mesmo corriqueira do dia a dia temos a necessidade de criar, de produzir, desenvolver. As invenções tiveram essa finalidade: os talheres, a roda, a luz, etc.
As máquinas tem o mesmo propósito: contribuir p o bem estar da vida humana. Bom seria isso se os efeitos colaterais não falassem tão alto: o desemprego é o maior deles. Porque o trabalho q antigamente era desempenhado por pessoas passou a ser empregado por essa “mão de obra mecânica “: as industrias automobilísticas são um exemplo disso – o carro é produzido em massa através de uma tecnologia robotizada.
Como será o futuro com esses novos companheiros? Alguns filmes tentam conjectura um pouco sobre isso. Surgirá um super computador com inteligência artificial que vai se rebelar contra a humanidade e tentar dominá-la? (alias esse é o tema de Matrix, Controle absoluto, Exterminador do futuro.) ou as máquinas serão boas empregadas, amigas e até amantes? ( o homem bicentenário).
É claro q isso são conjecturas.
Agora é a vez do xadrez!
Desde 1997 quando Kasparov perdeu um match milionário contra o supercomputador da IBM, criado p enfrentar o gênio, Deep Blue, uma tendência irrefreada surgiu em aceitar a palavra do computador como a de um deus. Realmente o avanço da computação aplicado ao xadrez é uma coisa monstruosa: banco de dados com milhões de partidas desde o inicio das competições, o estudo de aberturas , meio de jogo e finais, análises, metodologias de treinamentos, etc.
O equivoco esta na super valorização. Muitos enxadristas pegam suas partidas, tacam no computador e tem analises detalhadas. O engraçado é q tais pessoas não jogam e dificilmente jogaram um xadrez de alto nível.
Jogo xadrez exatamente p queimar “combustível intelectual”, é um desafio p mim.
Imagine uma criança q pede um amigo p fazer suas tarefas. Qual seria o resultado na hora da avaliação? Ñ seria dos melhores! Com o chess é o mesmo!
Qual proposta então? Analisar, pesquisar, averiguar usando a boa e velha mente humana e depois, complementar o conhecimento com os programas.
O defeito da modernidade é que ela não sabe usar o conhecimento acumulado de gerações passadas.
Há, lembre-se:
“as máquinas estão querendo ocupar por inteiro o lugar das pessoas e nós , cada vez mais, temos nos tornado máquinas.”
maicon.
sexta-feira, 3 de julho de 2009
O dia em que me chamaram jogador de damas
Dois de Fevereiro de 2009, esse dia ñ esqueci.
Tinha terminado o plantão no trabalho e resolvi observar algumas partidas de xadrez de uns capivaras . Estou eu observando os jogos e no final de um deles fim um comentário e então me perguntaram: vc é enxadrista? Fiquei orgulhoso, estufei o peito, olhei nos olhos dele e disse: sim. Para que fui dizer isso! Imediatamente um deles me olhou e disse que eu era jogador de damas e ñ de xadrez, que inclusive eu era um forte damista mas enxadrista ñ pq “jogador de xadrez ñ joga damas!!”. E todos a uma começaram a apoiar essa declaração: uns testemunhavam q após aprender xadrez nunca mais jogam damas; outro a dizer q um é evolução do outro, etc, etc. E eu pobre vítima estava sozinho com minha idéias p lutar contra o “mundo”. Resolvi que o silêncio e mudar de assunto seria minha sabedoria.
É um fato engraçado mas que me faz pensar um pouquinho no tema. Então me acompanhe nas minhas considerações:
Qual é melhor “damas ou xadrez?” “é verdade que os praticantes de um ñ joga o outro?” “Um é a evolução do outro?”
Algumas pessoas ficam admiradas de me verem praticando xadrez e damas. Um amigo de São Paulo disse até que eu estava “involuindo” jogando este ultimo. É um barato ver como a mente de algumas pessoas é tão pequena.
As comparações q possam existir são maldosas. Ñ se deve comparar o q é diferente. O jogo de damas tem sua teoria e estratégias particulares enquanto o chess tem as suas. SÃO JOGOS DIFERENTES. As pessoas se deixam levar pelo fato dos dois serem praticados em um tabuleiro de 64 casas: então são semelhantes?. Puro erro. Se fosse assim o futebol de salão e de praia seriam inferiores se comparados com o de campo. O tênis de mesa seria inferior p o tênis de quadra, e assim vai.
O senso comum , pensamento da maioria, ( defino senso comum como o pensamento de quem tem preguiça de pensar) a respeito do jogo de damas ta ai e dificilmente vai ser removido. Isso se deve a alguns fatores:
- ñ existe uma unificação de regras. Existe várias regras distintas em alguns países. Na Rússia a regra russa; Brasil a brasileira; na Itália a americana e assim por diante.
- existe um programa p regra americana, o chinook. É a solução do jogo de damas nessa regra: depois de 18 anos de pesquisa, usando-se diariamente 50 computadores e na atividade máxima 200 máquinas!, chegou-se a 39 trilhões de combinação na regra mais simplista de damas: a americana. Isso faz pensar q damas no geral é jogo totalmente “mapeado”.
- parece um jogo infantil com peças e movimentos simples.
- ñ existe divulgação do esporte. Quando disse p algumas pessoas que eu tinha algum material teórico elas ficaram admiradas: “jogo de damas tem isso?”
- etc.
É um jogo muito mal compreendido e sinceramente acho difícil q essa barreira seja ultrapassada. Mas a verdade é q se é um jogo muito gostoso com suas estratégias é complicações particulares.
Ah, antes de terminar o artigo. Quinze dias depois tive a oportunidade de estar com o mesmo grupo. Então me convidaram para jogar. Joguei 5 pardas justamente com a pessoa q tinha me “ afrontado”. Resultado: ganhei as 5!!!
Esses capivaras !!!!! rsrsrsrsrs
Maicon.
quinta-feira, 2 de julho de 2009
terça-feira, 30 de junho de 2009
Problema Cabeludo
A prostituta do rei
As prostitutas sempre existiram e sempre existiram. Desde a antiguidade, passando pela idade média e moderna e chegando ao nosso tempo elas se mostram presentes ora sendo vistas pela sociedade como abominação ora como pessoas normais e como tal apenas garantindo seu meio de sobrevivência.
Homens de diferentes classes já desfrutaram de seus prazeres: até mesmo sacerdotes, “homens espirituais”, contemporâneos a Lutero eram freqüentadores de carteirinha de prostíbulos (não que isso não continue existido!).
Não é raro em certos países encontrarmos shoppings expondo em suas vitrines essa mercadoria humana. O ser humano nunca foi tão renegado a categoria de escória como se é hoje, mas se preocupa não, tá: as coisas ainda vão piorar!
Quando passamos a traçar um perfil dessas mulheres e o motivo pelo qual adotaram a prostituição como meio de vida, descobrimos que a fantasia pela mudança rápida do padrão de vida é o fator predominante. Em sua grande maioria são meninas pobres, mas o que se dizer então de uma pessoa do mais alto escalão estar envolvida nessa prática? Então veremos:
Esta partida entrou para história como “A prostituta do rei”. Realmente ela era uma mulher insaciável: se entregou uma, duas, três e quatro vezes.O exército branco destruiu o preto, mas depois disso acho q a vida do monarca branco nunca mais foi à mesma: as fofocas no seu reino entre os súditos devem ter lhe tirado o sono. Se eu tiver q advinhar seu nome diria q era Cornélio (nada contra o nome, gente).
Deixemos as gracinhas de lado.
A combinação é linda por sua perfeição. É por isso e tantas outra coisas q sou apaixonado pelo xadrez. Aqui vai a partida até posição de apresentação:
1. e4 e5
2. Cf3 d6
3. d4 exd4
4.Dxd4 Cc6
5. Bb5 Bd7
6. Bxc6 Bxc6
7. Cc3 Cf6
8. 0-0 Be7
9. Cd5 Bxd5
10.exd5 0-0
11. Bg5 c6
12. c4 cxd5
13. cxd5 Te8
14. Tfe1 a5
15. Te2 Tc8
16. Tae1 Dd7
Agora segue-se a combinação.
17.Bxf6 Bxf6
18.Dg4 Db5
Existe o tema de mate na oitava fileira p as brancas
19. Dc4 Dd7
20.Dc7 Db5
21. a4!
Realmente esse é o lance mais difícil da combinação. Vc consegue dizer pq é horrível 21. Dxb7??
21 ... Dxa4 Te4
e cai a dama preta!
Eita mulherzinha atrevida, hein!!!
Maicon.