sexta-feira, 21 de agosto de 2009

homem x máquina

“ Então disse o Homem: Façamos as máquinas conforme nossa imagem e semelhança; ” Gênesis das máquinas cáp 1. 26

E elas seguiram o mandamento muito bem : “crescei-vos e multiplicai-vos”.

As máquinas estão a todo vapor na sociedade. Devido a nossa procura por melhorias na vida profissional, amorosa, inter-pessoal ou mesmo corriqueira do dia a dia temos a necessidade de criar, de produzir, desenvolver. As invenções tiveram essa finalidade: os talheres, a roda, a luz, etc.

As máquinas tem o mesmo propósito: contribuir p o bem estar da vida humana. Bom seria isso se os efeitos colaterais não falassem tão alto: o desemprego é o maior deles. Porque o trabalho q antigamente era desempenhado por pessoas passou a ser empregado por essa “mão de obra mecânica “: as industrias automobilísticas são um exemplo disso – o carro é produzido em massa através de uma tecnologia robotizada.

Como será o futuro com esses novos companheiros? Alguns filmes tentam conjectura um pouco sobre isso. Surgirá um super computador com inteligência artificial que vai se rebelar contra a humanidade e tentar dominá-la? (alias esse é o tema de Matrix, Controle absoluto, Exterminador do futuro.) ou as máquinas serão boas empregadas, amigas e até amantes? ( o homem bicentenário).

É claro q isso são conjecturas.

Agora é a vez do xadrez!

Desde 1997 quando Kasparov perdeu um match milionário contra o supercomputador da IBM, criado p enfrentar o gênio, Deep Blue, uma tendência irrefreada surgiu em aceitar a palavra do computador como a de um deus. Realmente o avanço da computação aplicado ao xadrez é uma coisa monstruosa: banco de dados com milhões de partidas desde o inicio das competições, o estudo de aberturas , meio de jogo e finais, análises, metodologias de treinamentos, etc.

O equivoco esta na super valorização. Muitos enxadristas pegam suas partidas, tacam no computador e tem analises detalhadas. O engraçado é q tais pessoas não jogam e dificilmente jogaram um xadrez de alto nível.

Jogo xadrez exatamente p queimar “combustível intelectual”, é um desafio p mim.

Imagine uma criança q pede um amigo p fazer suas tarefas. Qual seria o resultado na hora da avaliação? Ñ seria dos melhores! Com o chess é o mesmo!

Qual proposta então? Analisar, pesquisar, averiguar usando a boa e velha mente humana e depois, complementar o conhecimento com os programas.

O defeito da modernidade é que ela não sabe usar o conhecimento acumulado de gerações passadas.

Há, lembre-se:

“as máquinas estão querendo ocupar por inteiro o lugar das pessoas e nós , cada vez mais, temos nos tornado máquinas.”

maicon.